Todo
mundo sabe muito de tudo. Somos oráculos incompreendidos. Você não se sente
assim? Sobre as dores eu decidi sofrê-las, para estar inteira numa próxima. Sem
resquícios na malinha, mala minha, que levo comigo por não ter escolha. Nesta
decisão eu me afundei de olhos abertos para me saber certa a escuridão.
Seguindo assim encontrei aquela que de sofrer sabia tudo, ou quase tudo. Ela me
explicou ereta sobre tudo que estava certa, esqueceu do “quase". Explicou
que dores são falências múltiplas de tudo o que não deu, não está dando, ou
ainda não vai dar certo em nós. Ela me perguntou se eu queria estar inteira no
que não deu, não está dando, ou ainda não vai dar certo em mim. (suspiro) Eu
não respondi, mas guardei aquilo na minha malinha, mala minha que levo comigo
por não ter escolha.
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
Todo mundo sabe muito de tudo. Somos oráculos incompreendidos - Otimismo
Todo mundo sabe muito de tudo. Somos oráculos incompreendidos. Você não se sente assim? Tomo minhas decisões, de todos os tamanhos, diariamente. Acordo e decido ser otimista, por que o otimismo me acende me põe fogo, me tira da cama. Vou. Ninguém me segura. Encontro o primeiro na frente daquele dia tão... tão... (suspiro) Encontro o primeiro daquele dia. Conto do meu otimismo em chamas. Meu otimismo não contagia o primeiro daquele dia, por que ele sabe melhor que todo mundo, que nada é tão bom que possa nos mover... O primeiro daquele dia já sabia e me contou que a realidade não é otimista, sendo quase o contrário. Me explicou também sobre o "quase", mas eu não me lembro para poder te contar... Só sei que fez tanto sentido que meu otimismo, naquele dia depois do primeiro teve morte súbita.
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